A igreja é o corpo de Cristo Jesus, o templo do Espírito Santo e de Deus, a nova Jerusalém, a coluna e o baluarte da verdade, e a igreja somos nós, os salvos em Jesus.
A Palavra de Deus nos dá amplo testemunho para cremos que nós, os salvos mediante a fé em Cristo, é que somos a Igreja (Ef 1.22; 3.10; 1Co10.32; 11.22). A Confissão de Fé de Westminster define assim: “A Igreja … consta do número total dos eleitos que já foram, dos que agora são e dos que ainda serão reunidos em um só corpo sob Cristo, seu cabeça”.
Bem, isso nos ajuda a compreender que não deveríamos pensar na igreja como um lugar a que frequentamos – embora esse local seja importante e tenha seu papel -, mas sim, pensar a igreja como o que somos em Jesus. A igreja é a totalidade dos crentes unidos ao Senhor Jesus, que vivem para adorá-lo em todo tempo e lugar.
Diante disso, não fica difícil compreender que não é saudável assumirmos a postura de “consumidores de igreja”. Algumas pessoas olham a igreja de fora e a criticam como algo do qual fazem parte apenas como “espectadores”. Não, esse não é o modo saudável.
Devemos compreender que ou “somos” parte da igreja ou estamos separados de Cristo. De tal forma que se ansiamos por uma igreja santa, precisamos, eu e você, buscar santidade; se almejamos uma igreja bíblica, então precisamos, nós, beber da Palavra; se esperamos uma igreja amorosa, então tratemos de nos amarmos uns aos outros.
Pensar sobre “a igreja que eu quero ser” nos leva a refletir que não fomos chamados por Deus apenas para visitar um culto nos domingos à noite, mas para reconhecermos a obra de Cristo em nossa vida diariamente, vivendo em todo e qualquer lugar como povo de Deus. Colocamos nossos dons e talentos a serviço do Rei em todas as esferas da nossa vida e servimos uns aos outros, sendo igreja, sendo luz no mundo.
Nesse mês, quero convidar você a refletir sobre “sermos a igreja” e sobre A IGREJA QUE NÓS, JUNTOS, QUEREMOS SER.

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