“Portanto, vós orareis assim: Pai nosso, que estás nos céus, santificado seja o teu nome”.  Mateus 6:9

 

            Jesus, no capítulo 6 de Mateus, enfaticamente nos ensina a nos relacionarmos com Deus como Pai Celestial. Esse é um convite maravilhoso: nossa vida deve se dar dentro de um vínculo de amor e pessoalidade com o Criador. Deus é nosso Pai e nós, seus filhos.

Mas vale lembrar que sermos filhos de Deus Pai é um privilégio “em Cristo”. Devido ao pecado, o homem se alienou de Deus, vivendo distante e em seus próprios caminhos: “éramos, por natureza, filhos da ira”. Só em Cristo podemos nos aproximar do Pai novamente em perdão e graça. A todos que receberam a Cristo como Senhor, Deus “deu-lhes o poder de serem feitos filhos de Deus, a saber, aos que creem no seu nome”  (Jo 1:12) É o Filho quem nos dá o privilégio de termos Deus como PAI.

            Em Cristo, recebemos o Espírito de adoção e somos chamados à comunhão da trindade, em vida e paz. “Não recebestes o espírito de escravidão, para viverdes, outra vez, atemorizados, mas recebestes o espírito de adoção, baseados no qual clamamos: Aba, Pai. O próprio Espírito testifica com o nosso espírito que somos filhos de Deus” (Rm 8:15,16). Não vivemos mais atemorizados, debaixo de condenação, de ira e de culpa. Vivemos em novidade de vida, como filhos amados.

Falamos a Deus como o Pai nosso que está nos céus. Temos acesso ao trono da graça, porque o Filho nos alcançou e nos trouxe à sala do Rei. Temos o Espírito em nosso coração e somos por ele guiados (Rm 8:14). Que alegria sublime: Deus nos deu seu filho para nos fazer filhos, livres da ira e do mal. O nascimento de Jesus é boa nova e motivo de grande alegria: Ele se encarnou e se deu por nós, por sua vida e morte fomos feitos filhos do Altíssimo.

Pr. Fillipe Mendes Cotta

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